sábado, 11 de julho de 2026

Modelos e Desenho de Avaliação na Educação Online | Atividade 4_Avaliação em Contextos eLearning


      Ilustração criada com recurso a IA generativa (ChatGPT/DALL·E, OpenAI, 2026).

1. Contextualização

A atividade decorreu ao longo do mês de junho de 2026 e organizou-se em duas fases articuladas. Na Fase 1 (11 a 17 de junho), dedicámo-nos à leitura e discussão em fórum de dois textos fundadores: Amante, Oliveira e Pereira (2017), sobre o Modelo PrACT, e Bearman et al. (2016), sobre o Assessment Design Decisions Framework (ADDF). Nesta fase, mais do que resumir os textos, procurámos aprofundar aspetos menos explorados — a natureza distribuída da decisão avaliativa, a distinção entre o PrACT como referencial normativo e o ADDF como referencial processual, e o paradoxo entre mudança conceptual e mudança prática — sempre em diálogo com colegas como Sérgio Trigo, Raquel Santos, Isa, José, Esmeralda e Rui, entre outros, o que enriqueceu a nossa própria leitura dos modelos.

A Fase 2 pediu um passo mais aplicado: partindo do quadro teórico consolidado, o grupo teve de definir e fundamentar um plano de avaliação. propus aos meus colegas de grupo  Filomena Rodrigues, Pedro Alves e Susana Luís que desenvolvêssemos o plano de avaliação sobre a Unidade de Competência UC00033 — Comunicar e Interagir em Contexto Profissional, do curso de Cabeleireiro/a Especialista de Nível 5, ministrado em eLearning na Academia Comenius. Agradeço aos três terem embarcado nesta análise, sobretudo porque implicava trabalhar sobre um contexto que só eu conhecia em profundidade.

Contextualizando a minha atividade profissional: sou coordenadora pedagógica do curso de Cabeleireiro/a Especialista de Nível 5 na Academia Comenius, o que significa que este trabalho não partiu de um cenário hipotético, mas de uma realidade que acompanho diariamente. Ter proposto este módulo ao grupo foi, também, uma forma de trazer para o espaço académico uma inquietação que já vinha de há algum tempo: tenho referido algumas vezes, na minha entidade formadora, que o modelo COM-TEC® é interessante do ponto de vista da usabilidade e da padronização pedagógica, mas que a avaliação precisa de ser trabalhada. Este trabalho deu-me finalmente um enquadramento teórico rigoroso — o Modelo PrACT — para transformar essa perceção intuitiva numa análise fundamentada.

O trabalho do grupo culminou na produção do Plano de Avaliação Grupo 4, seguido de uma fase de partilha e comentário cruzado em fórum com os restantes grupos da turma (nomeadamente os grupos de Raquel Santos e Sérgio Trigo, de Eliane Marquezoni, Fernanda, Luz e Rui, de Carla, Paula e Marta, e de José, Júlia, Esmeralda e Judite), o que nos obrigou a rever, esclarecer e por vezes reformular partes da proposta em resposta a questões legítimas levantadas pelos colegas.

Este diário de bordo pretende, assim, registar o meu percurso reflexivo ao longo destas duas fases — as decisões tomadas, as dificuldades sentidas, as aprendizagens teóricas e metodológicas, e o modo como a experiência profissional e a formação académica se foram cruzando ao longo do processo.

2. O processo de trabalho

Olhando para trás, o processo não foi linear — foi mais um vaivém entre leitura, escrita, discussão e revisão, com o grupo a trabalhar sobretudo em Teams e a consolidar tudo em documentos partilhados.

Da teoria à aplicação. A Fase 1 deixou-nos com um vocabulário comum — PrACT, ADDF, avaliação sustentável — mas foi só quando decidimos ancorar o trabalho na UC00033 que esse vocabulário ganhou corpo. Escolher um módulo real da Academia Comenius em vez de um cenário hipotético trouxe vantagens (podíamos verificar factos concretos: a plataforma COM-TEC®, o peso dos testes de escolha múltipla, o momento em que os critérios da tarefa final são comunicados) mas também exigiu mais rigor de mim: como coordenadora pedagógica do próprio curso, não podia assumir nada sobre o sistema atual sem confirmar em documentos oficiais — o referencial da UC, o regulamento de progressão —, precisamente porque o grupo estava a avaliar criticamente uma prática que eu conheço por dentro e sobre a qual tenho responsabilidade direta.

Múltiplas versões, um só fio condutor. O trabalho passou por várias iterações visíveis nos ficheiros que fomos guardando — de um primeiro Plano de Avaliação e de uma segunda versão, com anexos de apoio trabalhados em paralelo, até à versão consolidada final. Cada iteração obrigou a rever se as peças ainda encaixavam: se a matriz de Amante e Oliveira (2019) continuava a estruturar o documento, se o PrACT estava a ser usado como critério de validação e não como mais uma lista solta de conceitos, se a rubrica analítica proposta para a UC00033 continuava coerente com as competências realmente trabalhadas no módulo (comunicação assertiva, escuta ativa, comunicação não verbal, empatia, reflexão metacognitiva).

A discussão em fórum como motor de revisão. A fase mais reveladora do processo, para mim, não foi escrever o plano, mas discuti-lo publicamente. Depois de submetido, o nosso trabalho foi comentado por vários grupos, e essas críticas, sempre construtivas, apontaram exatamente para os pontos que sabíamos ser mais frágeis: a praticabilidade de um dispositivo avaliativo denso, a necessidade de tornar mais explícita a ligação entre competências, critérios de rubrica e evidências, e o cuidado ético, de autoria e de transparência que a integração da IA generativa exige. Responder a estas observações obrigou-nos a rever pontos concretos do plano e a justificar com mais precisão decisões que, até então, nos pareciam óbvias mas não estavam suficientemente explicadas no texto.

O papel de "crítica" que também tivemos de assumir. Comentar os planos dos colegas foi, talvez, o exercício mais formativo de todos, porque nos obrigou a aplicar o mesmo grau de exigência teórica aplicamos ao nosso trabalho. Tivemos de aprender a formular essas observações de forma rigorosa mas respeitosa, mantendo sempre o registo formal e construtivo que caracteriza este espaço de fórum.

3. Fundamentação teórica

O trabalho assentou num conjunto de referenciais que se foram articulando em camadas, cada um respondendo a uma pergunta diferente do desenho avaliativo.

A matriz de Amante e Oliveira (2019) funcionou como eixo estruturante do plano, organizando-o em torno das perguntas fundamentais de qualquer desenho avaliativo: o que avaliar, como avaliar, quem avalia, com que critérios e como comunicar os resultados. Foi esta matriz que nos deu a arquitetura do documento, evitando que os vários referenciais teóricos se sobrepusessem sem hierarquia — um risco que, aliás, identificámos como fragilidade no trabalho de outro grupo.

O Modelo PrACT (Amante, Oliveira & Pereira, 2017) foi o referencial de validação da qualidade da proposta, através das suas quatro dimensões interdependentes: Praticabilidade (exequibilidade, custo-benefício — a dimensão mais facilmente negligenciada, mas que pode inviabilizar todas as outras), Autenticidade (proximidade das tarefas com o contexto profissional real do cabeleireiro/a especialista), Consistência (alinhamento entre competências, instrução e avaliação, multiplicidade de indicadores e avaliadores) e Transparência (partilha antecipada de critérios, envolvimento do formando). Usámos estas quatro dimensões também como grelha de análise crítica do sistema de avaliação atual da UC00033, o que permitiu identificar com mais precisão onde o sistema falha.

Sobre rubricas e feedback, cruzámos três autores que se complementam: Cano (2015), que alerta para o risco de as rubricas se tornarem instrumentos meramente formais se não forem verdadeiramente usadas ao longo do processo; Fernandes (2021), que defende critérios claros e descritores de desempenho explícitos como condição para uma avaliação baseada em critérios; e Panadero e Jonsson (2013), cuja revisão sobre o uso formativo das rubricas nos deu talvez o argumento mais forte do trabalho — a ideia de que os critérios só têm valor regulador quando partilhados com antecedência suficiente para serem interiorizados pelos formandos, e não apenas comunicados no momento da prescrição da tarefa.

Pereira e Oliveira (2022), sobre avaliação digital de competências, reforçou a exigência de tornar visível o desempenho real do formando, articulando instrumentos avaliativos com momentos de reflexão e autorregulação — uma ideia central na forma como desenhámos os momentos intermédios de simulação comunicacional.

Olhando para o conjunto, o que mais me marcou teoricamente foi perceber que estes referenciais não competem entre si — cada um responde a uma pergunta distinta (o PrACT avalia o produto, o ADDF interroga o processo, a matriz organiza, as rubricas operacionalizam) — e que a maturidade de um plano de avaliação se revela precisamente na forma como esses referenciais são articulados sem sobreposição.

4. A avaliação crítica

A parte do trabalho que mais me interpelou pessoalmente foi a análise crítica do sistema de avaliação atualmente em vigor na UC00033, precisamente porque, como coordenadora pedagógica, sou também, em parte, responsável por esse sistema. Aplicar as quatro dimensões do PrACT ao dispositivo existente foi um exercício de distanciamento deliberado: tive de ler o que já conhecia como se o visse pela primeira vez, apoiando cada afirmação em documentos concretos e não em impressões acumuladas ao longo do tempo.

Na dimensão da Praticabilidade, o sistema atual revelou-se o seu ponto mais forte: os cinco testes sumativos de escolha múltipla são automatizados, de correção imediata e de gestão simples no Moodle, e a estrutura padronizada do COM-TEC® reduz a carga cognitiva de formadores e formandos. Esta constatação confirmou algo que já intuía: o modelo é, de facto, muito bem pensado do ponto de vista da exequibilidade operacional.

Foi na Autenticidade que encontrámos a fragilidade mais significativa. Os testes de escolha múltipla avaliam sobretudo o reconhecimento de informação, não a mobilização de competências comunicacionais em contexto — e esta fragilidade agrava-se com a disseminação de ferramentas de IA generativa, capazes de responder com facilidade a questões de natureza declarativa sem que o formando precise de mobilizar qualquer competência real. A tarefa de demonstração de competências da Parte 2 representa um avanço nesta dimensão, mas, isolada, não é suficiente para compensar o peso da Parte 1.

Na Consistência, o alinhamento revelou-se apenas parcial: o referencial da UC00033 exige demonstração de desempenho em situação, mas os instrumentos da Parte 1 não avaliam isso, e entre os testes sumativos e a tarefa final não existem momentos intermédios de avaliação formativa que permitam ao formando perceber como está a evoluir.

Na Transparência, o sistema mostrou-se claro nas regras de progressão — condições de aprovação, penalizações, prazos e mecanismos de recuperação estão bem descritos — mas opaco nos critérios de qualidade: na Parte 2, a grelha de critérios só é comunicada no momento da prescrição da tarefa final, quando já chega tarde demais para orientar a aprendizagem ao longo do percurso.

Esta análise confirmou-me que o problema do sistema atual não está na ausência de instrumentos, mas na coerência das decisões que os articulam. E, do ponto de vista profissional, deu-me pela primeira vez uma linguagem técnica e um enquadramento teórico sólido para justificar, junto da entidade formadora, algo que até aqui eu só conseguia argumentar de forma intuitiva: que a avaliação da UC00033, tal como está hoje, precisa de ser trabalhada — não porque falte estrutura, mas porque falta autenticidade, articulação entre momentos avaliativos e comunicação atempada de critérios.

5. O diálogo com os colegas

O momento de partilha em fórum foi, sem dúvida, o mais enriquecedor de todo o processo, porque transformou um trabalho de grupo fechado numa conversa académica alargada a toda a turma.

Recebemos comentários muito cuidados de colegas como Raquel Santos e Sérgio Trigo, que destacaram a organização do nosso plano e a centralidade atribuída ao feedback, mas também nos desafiaram a explicitar melhor a ligação entre competências, critérios das rubricas e evidências de aprendizagem, a aprofundar a dimensão ética do uso da IA e a rever a praticabilidade de um dispositivo com tantos momentos avaliativos distribuídos ao longo de poucas semanas. O grupo de Esmeralda, José, Judite e Júlia reconheceu a solidez teórica da nossa articulação entre o PrACT, o ADDF e a matriz de Amante e Oliveira, mas alertou-nos, com razão, para o mesmo risco de sobrecarga avaliativa — uma observação que nos obrigou a repensar o número de momentos de avaliação previstos.

Também Ana Sousa e Paula Coelho comentaram o nosso trabalho. O comentário de Paula Coelho, em particular, levou-nos a rever o plano de avaliação e a introduzir nele a seguinte frase: esclarecer que a UC00033 é uma UC transversal a vários referenciais do Catálogo Nacional de Qualificações, mas que no âmbito esta foi trabalhada para o percurso de (N5).

Do lado inverso, comentar os trabalhos dos colegas ensinou-me talvez ainda mais. Ao analisarmos o plano de Carla, Marta e Paula, tivemos de identificar que a mobilização simultânea de muitos referenciais teóricos, sem hierarquização clara, prejudicava a legibilidade da proposta — uma observação que, na prática, nos obrigou a olhar de novo para o nosso próprio plano e a confirmar que a matriz de Amante e Oliveira (2019) estava, de facto, a funcionar como eixo estruturante e não apenas como mais uma referência entre outras. Ao comentarmos o plano de Ana Isa e Laura, tivemos de assinalar, com o maior cuidado possível, incorreções conceptuais relevantes — a confusão entre as dimensões do PrACT e os critérios de autenticidade, a atribuição incorreta da autoria do ADDF — o que me obrigou a rever, uma vez mais, os textos-base com todo o rigor, para ter a certeza de que a crítica que fazíamos era justa e bem fundamentada.

Este exercício de dupla perspetiva — receber crítica e produzir crítica — ensinou-me que a qualidade de um plano de avaliação não se mede apenas pelo que o grupo consegue justificar entre si, mas pela forma como resiste ao escrutínio de quem lê com outros olhos e outras prioridades. As perguntas dos colegas foram, no fundo, tão formativas para nós como o próprio Modelo PrACT que estávamos a aplicar: obrigaram-nos a explicitar o que ainda estava implícito e a justificar o que ainda estava apenas pressuposto.

6. Aprendizagens e próximos passos

Deste percurso retiro aprendizagens em dois planos que, para mim, são inseparáveis: o académico e o profissional.

No plano académico, aprendi a distinguir com clareza referenciais normativos de referenciais processuais, a usar uma matriz estruturante sem a deixar competir com os restantes referenciais teóricos, e a compreender que rubricas, feedback e autorregulação só têm valor formativo real quando comunicados atempadamente e usados ao longo de todo o percurso — não apenas no momento da classificação final. Aprendi também, através do diálogo em fórum, a argumentar teoricamente com rigor perante pares que não hesitam em desafiar as nossas escolhas, o que me obrigou a consolidar muito melhor os fundamentos das decisões tomadas no plano.

No plano profissional, este trabalho deu-me algo que vou levar diretamente para a Academia Comenius: um enquadramento teórico e uma linguagem técnica para propor mudanças concretas na avaliação da UC00033 e, possivelmente, de outras unidades de competência do curso de Cabeleireiro/a Especialista e quem sabe a revolução do modelo COMTEC. Os próximos passos que perspetivo, na minha função de coordenadora pedagógica, passam por partilhar esta análise com a gestão de topo, propor a antecipação da comunicação dos critérios da tarefa final, explorar a introdução de momentos intermédios de avaliação formativa entre os testes sumativos e a tarefa final, e ponderar, com cautela e sem sobrecarregar formadores e formandos, a introdução de uma rubrica analítica partilhada desde o início do módulo.

Fico também com uma aprendizagem mais pessoal: a de que é possível — e valioso — olhar com distanciamento crítico para um sistema que ajudo a gerir. Este trabalho não foi apenas um exercício académico sobre um caso hipotético; foi uma oportunidade rara de aplicar rigor teórico a uma responsabilidade profissional real, e de transformar uma inquietação que já sentia há tempo numa proposta fundamentada e comunicável.

7. Reflexão final crítica

Chegada ao fim desta atividade, a reflexão que mais se impõe é a de que a avaliação em contextos digitais não se resolve com um único modelo, por mais robusto que seja. O PrACT deu-nos critérios de qualidade; o ADDF deu-nos consciência da natureza distribuída e não linear das decisões avaliativas; a matriz de Amante e Oliveira (2019) deu-nos uma estrutura; Cano, Fernandes e Panadero e Jonsson deram-nos instrumentos operacionais. Nenhum destes referenciais, isoladamente, teria sido suficiente para produzir uma análise tão completa como a que o grupo conseguiu construir em conjunto — e é essa articulação, mais do que qualquer modelo isolado, que considero a principal aprendizagem teórica deste trabalho.

Do ponto de vista do processo, o que mais valorizo foi a natureza dialógica de toda a atividade — dentro do grupo, mas sobretudo entre grupos. A avaliação, tal como a entendemos ao longo deste trabalho, não é um ato solitário do docente, mas um processo que ganha em rigor quando é sujeito a leitura externa. Foi isso, precisamente, que a Fase 2 nos proporcionou: um espaço de crítica mútua que reproduziu, à escala da turma, o próprio princípio de transparência e de participação ativa que defendemos no plano proposto para a UC00033.

Por fim, não posso deixar de assinalar o valor que este trabalho teve para mim enquanto coordenadora pedagógica. Raramente tive oportunidade de analisar, com este nível de profundidade teórica e com o distanciamento crítico que a academia exige, um sistema de avaliação que integro e pelo qual sou, em parte, responsável. Esta dupla posição — de estudante e de profissional — não facilitou o trabalho, mas tornou-o mais exigente e, por isso mesmo, mais significativo. Levo comigo não apenas um plano de avaliação bem fundamentado para apresentar à unidade curricular, mas também uma ferramenta concreta para melhorar, na prática, a avaliação da UC00033 na Academia Comenius.

Uma última palavra de agradecimento: ao meu grupo, Filomena Rodrigues, Pedro Alves e Susana Luís, por terem embarcado comigo nesta análise e pelo empenho e rigor com que a construímos em conjunto; e às Professoras Doutoras Lúcia Amante e Elizabeth Souza, pela  pelo enquadramento teórico que tornaram possível este percurso de aprendizagem.

Referências Bibliográficas

Amante, L.; Oliveira, I.; Pereira, A. (2017). Cultura da Avaliação e Contextos Digitais de Aprendizagem: O modelo PrACT. Revista Docência e Cibercultura, 1(1), 135-150.

Amante, L.; Oliveira, I. (2019). Avaliação e Feedback. Desafios Atuais. e-book, MPV_Inovaç@o, Universidade Aberta Lisboa. ISBN 978-972-674-846-5.

Bearman, M.; Dawson, P.; Boud, D.; Bennett, S.; Hall, M.; Molloy, E. (2016). Support for assessment practice: developing the Assessment Design Decisions Framework. Teaching in Higher Education. https://doi.org/10.1080/13562517.2016.1160217

Cano, E. (2015). Las Rúbricas como Instrumento de Evaluación de Competencias en la Educación Superior: ¿Uso o Abuso? Profesorado. Revista de Currículum y Formación de Profesorado, 19(2), 265–280. https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=56741181017

Fernandes, D. (2021). Rubricas de Avaliação. Folha de apoio à formação — Projeto MAIA. Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação.

Panadero, E.; Jonsson, A. (2013). The use of scoring rubrics for formative assessment purposes revisited: A review. Educational Research Review, 9, 129–144. https://doi.org/10.1016/j.edurev.2013.01.002

Pereira, A.; Oliveira, I. (2022). Avaliação Digital de Competências: elementos para uma estratégia. In Oliveira, I., Pereira, A., Amante, L., Oliveira, R. (Orgs.), A Prática em Avaliação Digital de Competências. Universidade Aberta.

Pereira, A.; Quintas-Mendes, A.; Morgado, L.; Amante, L.; Bidarra, J. (2007). Modelo Pedagógico Virtual da Universidade Aberta: Para uma Universidade do Futuro. Universidade Aberta.

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Disciplina: Avaliação em Contextos de eLearning 
Grupo 4: Filomena Rodrigues, Pedro Alves, Susana Luís e Tânia Santos
Mestrado em Pedagogia do eLearning

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